
Mostrando postagens com marcador Vivências. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vivências. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 21 de julho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Sobre crianças, palhaços e esteiras rolantes
Outro dia, quando eu estava no supermercado, encontrei uma cena pitoresca e irei relatá-la aqui:
Cena - saída do supermercado, mais precisamente na esteira rolante.
Sujeito - uma criança gordinha e cheia de energia.
Situação - a criança, impaciente, resolveu descer a esteira rolante caminhando, enquanto os adultos ficavam parados, aguardando a esteira fazer o serviço. Acontece que a criança não quis nem saber quem estava na sua frente. Ia caminhando e contornando os adultos, inclusive esbarrando neles. Eu, que fui testemunha ocular do fato, fiquei rindo. E ri mais ainda quando a criança, depois de descer, resolveu subir pela mesma esteira! E novamente desviando dos adultos e esbarrando. Os adultos ficavam olhando sérios, mas teve um outro que riu comigo. Não importa, eu entendi a mensagem.
A criança é como o palhaço. Não se preocupa com as pressões sociais, ou o que irão pensar dela. Nem ela faz um questionamento interior sobre se é certo ou errado. Simplesmente faz. E por isso foi engraçado, foi vivo, foi autêntico e sincero.
Como o palhaço pode ser, tem todo o potencial para ser:
Engraçado
Vivo
Autêntico
Sincero
Imaginei a mesma situação, mas dessa vez com um bando de palhaços, descendo a esteira rolante e depois subindo, descendo e subindo, descendo e subindo...
Coitado dos adultos!
Cena - saída do supermercado, mais precisamente na esteira rolante.
Sujeito - uma criança gordinha e cheia de energia.
Situação - a criança, impaciente, resolveu descer a esteira rolante caminhando, enquanto os adultos ficavam parados, aguardando a esteira fazer o serviço. Acontece que a criança não quis nem saber quem estava na sua frente. Ia caminhando e contornando os adultos, inclusive esbarrando neles. Eu, que fui testemunha ocular do fato, fiquei rindo. E ri mais ainda quando a criança, depois de descer, resolveu subir pela mesma esteira! E novamente desviando dos adultos e esbarrando. Os adultos ficavam olhando sérios, mas teve um outro que riu comigo. Não importa, eu entendi a mensagem.
A criança é como o palhaço. Não se preocupa com as pressões sociais, ou o que irão pensar dela. Nem ela faz um questionamento interior sobre se é certo ou errado. Simplesmente faz. E por isso foi engraçado, foi vivo, foi autêntico e sincero.
Como o palhaço pode ser, tem todo o potencial para ser:
Engraçado
Vivo
Autêntico
Sincero
Imaginei a mesma situação, mas dessa vez com um bando de palhaços, descendo a esteira rolante e depois subindo, descendo e subindo, descendo e subindo...
Coitado dos adultos!
Assinar:
Postagens (Atom)










