Esse é o blog do Ospália. Aqui você poderá ver o que acontece e o que não acontece nos projetos Ospaliantes. Além de informações variadas sobre palhaços e arte de maneira geral.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

UNA ATA DURA

O Encontro Ospaliano de sábado, 24/07, começou na quinta, 22/07,na sede da Andante, com as presenças de Jô, Janine, Alexandre, Renê, Charles e Laércio. Aquecimento até chegar naquilo que estamos chamando de dança pessoal (...). Após, Charles demonstrou o material de sua cena, o qual foi solicitado à repetição (ninguém entendeu nada!). Após a segunda apresentação a platéia ficou com vergonha de pedir mais uma, o melhor foi ficar sem entender mesmo! Foram feitos vários comentários, ideias, e etc, para que o Charles faça algo pra tentar melhorar aquela bosta. Em seguida foi a vez do René. Ele sempre entra muito ‘aberto’ e daí fica aquele negócio de inventar tudo na hora, tentando dar conta de improvisar uma coisa atrás da outra, uma merda! Mas como o público é bem condescendente falaram que tudo estava muito... lindo, maravilhoso, muito legal, uhuuu e criativo, só tem que modificar uma ou outra coisinha, como por exemplo, não improvisar nunca mais. Ou seja, estabelecer uma partitura e segui-la fielmente. O pobre foi anotando num bloquinho tudo o que a assistência falava, talvez no intuito daquele aprendizado de ‘já sei o que NÃO devo fazer...’
Em seguida estabeleceu-se aquela tensão: a Janine não querendo apresentar, Laércio e Jô encagaçados sem nada pra mostrar e o Alexandre como um ‘dois de paus’ assobiando e olhando para cima, tentando disfarçar.
Com o tardar das horas, o casal-dono-da-sede começou as indiretas e as visitas ‘se tocaram’ e foram saindo de fininho. Alguns se amarraram mais, outros menos. Ficou marcado que o grupo se encontraria ali mesmo na Sede da Andante no sábado, às 9 da matina, para uma saída de campo.

No sábado, às 09:30 h, o Charles e a Nice Dotopanêta (sua namorada), se esguelando no portão para acordar o casal. A Janine não apareceu com a desculpa que tinha que salvar minhocas (é a mais pura realidade!). Alexandre não deu as caras porque tinha que salvar o mundo (sic). Renê inventou de ir aprender a dar passes mágicos num tri-terreiro. Depois dos preparativos todos, os quatro heróis vão para a saída de campo na direção do bairro São Viça, vulgo São Vicente. Já começou errado porque era pra ir pro campo e acabaram indo pra cidade, mesmo sendo um bairro. Lá chegando, estacionaram e desembarcaram no pátio da Igreja e saíram caminhando pela rua principal da perifa. A idéia era interferir e ‘ser interferido’. Resumo: quando tava ficando bom, encerrou-se porque era hora do almoço e os palhaços já estavam caindo pelas tabelas. Segundo comentários, todos aproveitaram bem a experiência.

Almoço na casa do Charles, preparado pela dona Vera. Antes da entrada da sobremesa o Charles se deu conta que já eram 14:05 h, ou seja, estávamos atrasados para o encontro vespertino na sede do Porto Cênico. Engolindo rapidamente o cafezinho saímos em carreira, esbaforidos. Chegando no Porto, James e Janine já aguardavam, distribuindo sorrisos amarelos a todos. Subimos e iniciamos o aquecimento. Alonga, estica, puxa; James trabalha com movimentos de corpo contraindo e expandindo no deslocamento, integrando com a respiração. Não necessariamente a inspiração acompanha a expansão e vice-versa, mas enfatiza a atenção no processo. Depois solicita que se busque elementos de matrizes de exercícios anteriores sem se prender em reproduzi-los, mas agregando ao que se estava fazendo. Todos demonstraram um bom empenho, um ótimo empenho pra falar a verdade, mas ficou nisso: só no empenho. James pede que nos agrupemos e inicia a leitura de uns trechos do livro “O Palhaço-bomba”, de Hugo Possolo, para reflexão. Vários comentários, elocubrações filosóficas, cosmológicas e etc. Reflexão, nenhuma. Depois que todo mundo tava bem frio, que já tínhamos perdido todo o aquecimento inicial, o dito cujo manda que realizemos nossas cenas. Neste momento a Nice acorda (ou já tinha acordado antes, não recordo). Jô e Laércio como estavam circulando de bobeira por ali são os primeiros. Durante o aquecimento (sic) até que fizeram umas coisinhas bem legais-zinhas, mas quando tentaram repetir, deu-no-que-deu: aquela cacáca de sempre. A platéia foi de novo condescendente e o James mais ainda, inclusive inventando alguns elementos ‘aproveitáveis’, tudo mentira. Depois foi a vez do Charles tentando encher balões. Ao final do encontro o James até orientou a compra de balões de outras marcas porque com balões bagaça fica impossível: é só angústia na platéia. Para finalizar o encontro desse sábado a Fada Pânqui entra em cena se recusando a colocar o nariz verde (talvez algum trauma, isso não ficou bem claro). James orientou pra falar menos ou não falar nada. Se não aparecesse em cena talvez fosse melhor ainda. No final descobrimos que a Fada apaixonou-se pelo Jardineiro Fiel.

Para piorar aquilo que parecia não poder ficar pior, o Charles esqueceu o salário do James e ainda fez o cara perder o busão das 18 horas. Tivemos que ir para a sede da Andante fazer um lanche reforçado para tentar acalmar os ânimos porque o alemão estava soltando fogo pelas ventas. Depois de forrar o bucho, mais calmo e arrotando, foi levado à rodoviária e despachado via auto-viação. Lavo e passo a ata e ainda assino. Laércio Amaral.

terça-feira, 27 de julho de 2010

REFLEXÃO...

" Ele (o Clown), pelo nome que ostenta, pelas roupas que veste, pela maquiagem (deformação do rosto), pelos gestos, falas e traços que o caracterizam, sugere a falta de compromisso com qualquer estilo de vida, ideal ou instituição. É um ser ingênuo e ridículo; entretanto, seu descomprometimento e verdadeira ingenuidade lhe dão poder de burlar situações e pessoas, com certa impunidade" (BURNIER, 1996).


Recomendo um blog interessante : http://clownelinguagem.blogspot.com

segunda-feira, 26 de julho de 2010

CCC - CineClownClube 30/07/2010

Na próxima Sexta-feira continuará o CineClownClube, às 20h .
Será no Espaço Triambakam na Rua Pedro Ferreira 155, sala 1204 A, Centro, Itajaí, SC
O filme dessa semana será "O baile".


- O baile -

Direção: Ettore Scola
Ano: 1983
País: França, Argélia, Itália
Gênero: Musical
Duração: 110 minutos

Le bal é uma adaptação que o Théatre du Campagnol tinha montado em Paris, e que com cerca de vinte e cinco actores, conseguiu compor cento e quarenta personagens. À ideia do espectáculo original, Scola foi acrescentando referências cinéfilas, em quadros que passam pelo realismo poético francês, pelo filme musical estadunidense, pelo neorealismo italiano e até pela presença de um actor com extraordinária semelhança com Jean Gabin[1].
A história é filmada em um único cenário - o salão de dança - o que poderia fazer com que se caísse na armadilha da teatralidade rebuscada. No entanto, a ausência de diálogos, os grandes planos das fisionomias e expressões dos actores, a ligação dos planos e o tratamento da banda sonora, conferem ao filme um carácter cinematográfico em que o teatro é unicamente o ponto de partida.
O filme permite ainda ao espectador identificar as sucessivas caricaturas que lhe vão sendo apresentadas: as personagens do tímido, do abusador, do auto-convencido, do intriguista, do bajulador, dos marginais, do símbolo de autoridade, do poder assumido e da repressão. O mesmo se dá com as diferentes personagens femininas.[2]. Todas elas se vão identificando com os factos e os contextos de cada uma das épocas retratadas.
Para além de toda a emoção que o filme transmite, realce-se o toque de humor através de uma sequência de gags inesperados. Contudo, são também marcantes as alusões políticas, como acontece com a ocupação nazista e com o Maio de 1968.
Começado a ser realizado em agosto de 1982, a rodagem teve de ser interrompida por Scola ter sofrido um ataque cardíaco e só foi retomada uns meses depois.
Filmes que já forma vistos:
  • Noviembre
Lista de filmes que poderão ser vistos nas próximas sexta-feiras:
  • Cenas de palhaços em geral
  • O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus
  • O Equilibrista
  • Noites de Cabíria
  • A Vida é Bela
  • Doutores da Alegria
  • Os Palhaços
  • A estrada da Vida
  • Edukators
  • Todos do chaplin
  • O carteiro e o poeta
  • Ensaio de orquestra
  • Todos dos Irmãos Marx
  • Narradores de Javé
  • O maior espetáculo da terra
  • Todos do Buster Keaton
  • Muito além do jardim
  • Todos do Harold Lloyd
  • O mundo de Andy
  • Chaves
  • Todos do Gordo e Magro
  • Mr.Bean
  • Todos dos 3 patetas
  • Monty Python
  • A Vida de Brian
E ainda estamos abertos à sugestões....

quarta-feira, 21 de julho de 2010

AGUARDANDO ..COMENTARIOS ... Vontade de compartilhar







vontade de expressar ...


























são Sete cores .. Sete os Confinados -- Retiro OSPAIA






















CCC - CineClownClube

Nesta Sexta-feira começará o CCC - CineClownClube!

O Projeto foi criado a partir da necessidade dentro do coletivo ospália de aprofundar a reflexão sobre a arte em especial sobre o palhaço.
Toda Sexta-feira às 20h 30min será exibido um filme relacionado à arte ou especificamente ao Palhaço!
Será no Espaço Triambakam na Rua Pedro Ferreira 155, sala 1204 A, Centro, Itajaí, SC
O CineClownClube tem o apoio do Projeto "O Q somos" e do Triambakam.


Na primeira sessão será rodado o filme Noviembre
Título original: Noviembre
Local/ano: Espanha, 2005
Duração: 130min
Diretor: Achero Mañas
Música: Eduardo Arbide
Produção: José Antonio Félez
Fotografia:Juan Carlos Gómez
Audio/Legenda: Espan./Portug.
Direção de Arte: Federico G. Cambero


Sinopse
Empurrado por um espírito que, todavia, conserva seu verniz de idealismo, Alfredo, decide criar "un arte más libre", feita com o coração, capaz de fazer com que as pessoas se sintam vivas. Seu conceito de teatro vai além do palco, se passa em plena rua, cara a cara com o público. Em uma praça qualquer, em um parque ou na avenida mais comercial da cidade, Alfredo e seu grupo NOVIEMBRE, começam suas atuações: Diabos que provocam as pessoas, intervenções de denuncia social, ações levadas ao extremo de colocar em alerta as forças de ordem pública. Não há limite nem censuras, só há idéias e todas valem se são capazes de conseguir que o espectador deixe de ser espectador e passe a fazer parte da representação; se surpreenda, se assuste, sorria ou chore. O teatro como a vida, a vida como o teatro...Já não há diferença. [traduzido do site oficial]




"quero fazer teatro porque quero fazer algo por mim e pelos outros quero fazer teatro porque acredito que serve como comunicação entre os seres humanos porque acredito ser um caminho até o entendimento e a compreensão.por isso...Adoraria mudar esta merda de mundo, e acredito que ele ainda pode ser mudado... [Alfredo]

http://www.youtube.com/watch?v=HiIoe0IEdTM

http://www.tesela.com/noviembre/

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Atália 17 de julho

Primeira saída na rua do grupo Ospália, sábado de manhã, chuva e frio, a princípio o cenário não era muito animador e lá fomos nós Charles, Janine e Renê sem ter o compromisso de ter que fazer algo, somente querendo aprender a se deixar afetar.
Nada mais justo que a primeira saída do grupo ser na Rua Hercílio Luz de Itajaí. E começamos a interferir na rotina das pessoas "sem" grandes acontecimentos, quando lá da outra ponta da rua bem distante de onde estávamos escutamos "Primeiro desfile de agricultores de Itajaí aqui na Rua Hercílio luz" no mesmo instante nos olhamos e sem pensar muito fomos correndo para lá. Encontramos máquinas de todos os tamanhos, sanfoneiros, plantas do cultivo dos agricultores, além dos agricultores, pessoas humildes e muito receptivas com a nossa presença. Lá estavam as autoridades da cidade como vereadores e prefeito e os operadores de câmera querendo evitar nos filmar, onde não tiveram muito sucesso, pois, estávamos nos divertindo com tudo que passava ...Após o desfile estávamos com uma sensação de bem estar, era como se tivéssemos comido uma bela sopa de feijão numa noite fria de inverno.
Tínhamos encontro à tarde, por isso, nós encerramos a intervenção. Cada um foi almoçar em sua casa. E às 14h estávamos na Sede da Cia Andante e agora sim chovia. Éramos nós três e o James. Não começamos esse encontro com aquecimento muscular, mas, sim com o aquecimento derivado da degustação contínua de café. Comemos também algumas bolachinhas. Conversamos sobre várias coisas relacionadas ao palhaço, contamos para o James alguns acontecimentos do retiro que fizemos com a Tica (Mariane Consentino). Piramos mais um pouco e fomos trabalhar. Fizemos um trabalho físico construímos algumas matrizes e depois mostramos nossos rascunhos de cenas. Alguma coisa começa a despontar no horizonte, mas, não é o sol é um nariz vermelho. Porque o sol nem sinal, dias e dias de chuva, eu (Janine) cheguei toda molhada! Levei as imagens que me inspiram e um texto do Eduardo Galeano que o James recortou e deu frases para cada um utilizar na sua improvisação. Sim o discurso me persegue!O Charles apresentou sua improvisação criada durante a semana. A idéia de um balonista, sem balão, que ele esqueceu, hehehe, coisas de palhaço! Tô dizendo que essa história de trazer a tona o palhaço interfere na vida pessoal! Fica mais fácil tropeçar, esquecer... O René apresentou a sua improvisação também criada em casa. Brincando com camisas nos braços que ganham vida e se revoltam contra ele. Bom, René e Charles não falei no encontro, falei no Retiro e insisto eu amei a improvisação que fizeram no Retiro, a primeira. Charles, tu com o ajudante de pescador. E tu, René, como morador de rua. Ambas lindas e comoventes! Eu acho que poderiam trabalhar nelas para o Cabaret, mesmo que criem outras, mas não percam essas.A minha improvisação eu não gostei, um homem com uma voz grossa querendo ganhar o Nobel da Paz, não, não! Fiquei com a sensação de que sei o que não quero, mas não sei bem como fazer o que quero, mas já está fluindo, domingo de manhã já senti o resultado do trabalho de sábado!
Encerramos com mais comes e conversas!

Autoria: Renê, Janine e Charles

Clerouak



Por que palhaço? Essa é a pergunta que Clerouak faria aos palhaços. E a resposta deveria ser algo mais do que por que é legal.


O que acontece quando você se arruma para entrar em ação? O que acontece depois?

Esse artista é baita por que além de uma baita pesquisa sobre os palhaços brasileiros no sentido mais profundo da expressão. Também tem uma postura crítica com relação ao vício que muitos de nós artistas temos na dependência dos Sesc's, prefeituras e temporadas em teatros.

Sobre ele:
Clerouak, que desde 1995 vem unindo a arte do palhaço ao estudo da cultura popular brasileira. Atualmente, pesquisa a linguagem do palhaço brasileiro (o Mateus, o Bastião e o Vassoura, especialmente), manifestada no bumba-meu-boi. Embora hoje em dia ele também marque presença em grupos como "Boi de Fumaça" e "Radinho de Pilha", sua trajetória assinala, nos Anos 80, uma passagem pelo grupo punk "Garotos Podres".Nos Anos 90, fundou, juntamente com Alessandro Azevedo, o "Sarau dos Charles", o qual, com Paulo Federal, gerou o extinto grupo de palhaços "Charles & Cia". Além da participação em diversos programas de televisão, Clerouak também participou de dois curta-metragens e do filme "Carandiru", de Hector Babenco. Recentemente, dirige o grupo Madresilva e atua como palhaço para o MST Movimento dos Sem-Terra.



Links para Clerouak:

Vídeos para Clerouak:

Deguste e descubra....

Grande abraço,

Charles Augusto

sábado, 17 de julho de 2010

Só pra documentar que houve o retiro

Entre os dias 3 e 9 de julho rolou o retiro com oficina ministrada pela Tica (Mariane Consentino). Estavam lá 3 meninos e 3 meninas pesquisando a relação do palhaço consigo mesmo, com o colega e com o público.

Foi um momento de muito aprendizado e transformação.

Intervenção Urbana - Ospália ( A primeira de muitas)

Sábado de inverno! Frio e Chuva. O que isto te lembra?





HEIN?










Uma intervenção de palhaços na rua, é claro...

















Vinha chovendo nos últimos dias, chuva acompanhada de muito frio!

Será que vai chover no sabado de manhã?

Provavelmente sim.... e de fato aconteceu mas a chuva não era forte e por muito tempo ficou sem aparecer os pingos da água apesar do dia nublado.

Renê passou na casa do Charles e foram até o Triambakam para encontrar com Janine. Os três devidamente enfigurados e aquecidos ao som de Heavy Metal do senhor. Desceram o prédio redondo e foram em direção à rua Hercílio Luz.

Relação daqui relação dali....bem legaaaaaaaaaaal...

Lá pelas tantas chegando no terceiro quarteirão ouvimos o seguinte anúncio:

" Logo mais primeiro desfile rural de Itajaí"

Que surpresa. Iria acontecer logo mais um desfile com a comunidade rural da cidade... Divulgando a festa do colono que vai acontecer daqui a uma semana.

E começa um desfile de tobatas, tratores, charretes, banda de música, moreninhas lindas do meu bem querer, e galeguinhas também.

Logo de cara encontramos a Banda que puxava o desfile. QUE MARAVILHA!!! Dançamos e seguimos a banda e ela passou cantando coisas de amor....

E veio o desfile ficamos enlouquecidos e curtindo tudo... Era muita informação para os palhaços!

Até que num momento Renoar entra numa Tobata (Ver fotografia) no meio do desfile. Esse era o começo de muitas outras coisitas. Cumprimentávamos todos os colonos que passavam pelo desfile paquerávamos todas as coloninhas. Enquanto isso a Jan registrava com sua câmera. Então um dos colonos chamou agente pra subir no trator maior, mas na parte da frente, onde elevava e baixava uma base então ficamos na frente da máquina indo até a 3 metros de altura e descendo em pleno desfile.

Descemos e continuamos a nos relacionar com os colonos e com o público que assistia o desfile. Mais um trator uma colheitadeira entre tantas outras coisitas.

Foi gostoso jogar no desfile rural com pessoas simpáticas e abertas aos palhaços. Aos poucos o desfile foi encerrando e nós continuamos a intervenção, brincamos com mais algumas pessoas.

E voltamos ao Prédio redondo com a alma lavada.

Foi assim.